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Disputas trabalhistas, cobranças contra o governo, honorários de advogados — todos geram direitos de recebimento. Simule o quanto você pode ganhar investindo em Ativos Judiciais.
Plataforma regulada pela CVM
Veja exemplos de operações que refletem o padrão de qualidade da GCB

Ativos Judiciais são direitos de recebimento originados de processos na Justiça — como disputas trabalhistas, cobranças contra o governo ou honorários de advogados. É nesse intervalo entre a decisão judicial e o pagamento que está a oportunidade: a GCB adquire esses créditos antecipadamente, e o investidor lucra quando o Judiciário realiza o pagamento.


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Tudo que você precisa saber sobre Ativos Judiciais
Todo investimento envolve algum nível de risco, e com Ativos Judiciais não é diferente.
O principal risco é um eventual atraso no pagamento pelo ente devedor — o que pode ocorrer especialmente com precatórios de estados e municípios.
Para mitigar isso, a GCB realiza análise técnica e jurídica criteriosa antes de cada operação, priorizando créditos com histórico de pagamento consistente e menor risco de inadimplência.
O prazo varia de acordo com o tipo de crédito. RPVs tendem a ter prazos mais curtos, enquanto precatórios podem levar mais tempo.
Em cada operação, o prazo estimado é informado antes do investimento, para que você saiba exatamente quando espera receber.
Imagine que um crédito judicial tem valor nominal de R$100.000. A GCB adquire esse crédito do titular por R$70.000. Após estruturar a operação, oferece ao investidor uma oportunidade de entrada por R$75.000.
Quando o Judiciário realiza o pagamento, o investidor recebe os R$100.000 — e os R$ 25.000 de diferença representam o seu rendimento. Os R$ 5.000 entre o preço pago ao titular e o valor cobrado do investidor cobrem os custos de estruturação e a margem da GCB.
Esse retorno é definido no momento da entrada, sem depender de variações de mercado ou da economia.
O CDB é um empréstimo ao banco, com maior liquidez, proteção do FGC e imposto de renda sobre o rendimento. O Tesouro Direto é um empréstimo ao governo federal, com alta liquidez e baixo risco de crédito. Já os Ativos Judiciais são créditos com respaldo jurídico de uma decisão ou processo em curso — com prazo definido e garantia baseada em direito creditório, com potencial de retorno superior e rendimento conhecido desde a entrada.
Os Ativos Judiciais são, em geral, investimentos com prazo definido e, em regra, não oferecem liquidez ao longo do período. Caso o investidor precise sair antes do prazo, é possível anunciar a posição por meio do Marketplace, mas a venda não é garantida e depende da demanda.