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CRIs com IPCA + 10% a.a. ou CDI + 4% a.a., isento de IR para pessoa física, com pagamentos periódicos. Você financia a construção. E constrói renda.
Veja exemplos de operações que refletem o padrão de qualidade da GCB

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) conectam você diretamente a projetos como construção de prédios ou condomínios. Na prática, você empresta capital para uma incorporadora e recebe juros em troca, em projetos com garantias reais e lastro imobiliário.


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Tudo que você precisa saber sobre CRIs
O CRI é um título de renda fixa lastreado em recebíveis imobiliários (aluguéis, parcelas de imóveis etc.). Ele pode oferecer taxas acima das alternativas mais comuns e, para pessoa física, é atualmente isento de IR.
Já o CDB é um empréstimo ao banco: é simples, pode ter liquidez diária, tem proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até os limites da regra, e tem imposto de renda.
O Tesouro Direto é um empréstimo ao governo, com alta liquidez e incidência do imposto de renda, sendo a principal referência de baixo risco de crédito no país.
Rentabilidade: os CRIs tendem ter maior rentabilidade por assumir mais riscos.
Imposto: atualmente a pessoa física é isenta de IR nos CRIs; já o CDB e Tesouro são tributados pela tabela regressiva.
Proteção: o CDB tem a proteção do FGC, o Tesouro tem o risco do governo. A segurança de um CRI está atrelada à escolha de bons projetos, à análise de lastro e às garantias constituídas, por exemplo.
Liquidez: os CRIs costumam ter menor liquidez que CDBs e Tesouro, sendo mais indicados para investidores que aceitam prazos definidos ou saída via marketplace.
Essa resposta varia de acordo com cada operação, alguns exemplos são: recebíveis, estoques de imóveis, aval e cotas de empresas, por exemplo.
Cada operação tem uma cobertura mínima (a partir de 120%) que pode ultrapassar em 200% do valor da dívida.
A GCB acompanha as obras de forma contínua: realizamos visitas periódicas in loco, mantemos contato direto com os desenvolvedores e contratamos monitoramento técnico terceirizado para inspeção de obra e verificação dos recebíveis.
Essa proximidade permite identificar e antecipar riscos, aumentando a segurança do investimento. Disponibilizamos informes mensais com status da obra, evidências (fotos) e indicadores-chave para que você acompanhe a evolução de forma transparente.
Todo investimento envolve riscos, mas os CRIs da GCB passam por análise jurídica e técnica e contam com garantias reais, o que aumenta significativamente a previsibilidade dos pagamentos. Além disso, estruturamos mecanismos adicionais — como fundo de reserva para manter o pagamento de juros em caso de imprevistos — e, se necessário, a execução das garantias como último recurso, para reforçar a proteção ao investidor.
Principais riscos:
• Risco de crédito do lastro: inadimplência dos pagadores dos recebíveis (compradores, locatários etc.).
• Risco de execução/obras: atrasos, estouro de custos ou problemas técnicos que afetem o fluxo de recebíveis.
• Risco de liquidez: CRIs costumam ter menor liquidez no mercado secundário.
• Risco regulatório/fiscal: mudanças em regras tributárias ou regulatórias que afetem a remuneração (ex.: alteração da isenção de IR).
• Risco de mercado: desvalorização do ativo imobiliário que compõe a garantia em cenários adversos.
Principais vantagens:
• Garantias reais e estrutura jurídica: aumentam a previsibilidade e respaldo em caso de problema.
• Potencial de retorno superior: prêmio por risco associado ao lastro imobiliário e à eficiência de intermediação.
• Mecanismos de proteção: fundos de reserva, estruturas segregadas e covenants que mitigam exposição.
• Isenção fiscal (quando aplicável): rendimentos de CRIs para pessoa física têm status de isenção em emissões sob as regras vigentes, o que pode aumentar retorno líquido.
Na GCB, mitigamos esses riscos com diligência técnica, governança, monitoramento contínuo e estruturas contratuais robustas, sempre visando entregar retorno consistente com risco calculado.
Em caso de atraso, acionamos os mecanismos previstos na estrutura: inicialmente utilizamos o fundo de reserva para manter o pagamento dos juros; em paralelo (e se necessário), iniciamos renegociação dos recebíveis e exigimos aporte de capital pelo desenvolvedor; persistindo a inadimplência, executamos as garantias (aval, imóveis e/ou recebíveis cujo valor supera a dívida) como último recurso para proteger o investidor.